Los Mejores 5 Documentales sobre Navegación En Brasil

Written by admin on November 3, 2016 Categories: Festival de Cinema de Montes Claros

Muchos piensan que para practicar los deportes de vela se necesita mucho dinero. Sin embargo, esto no es siempre cierto y depende mucho del tipo de velero que planees utilizar para realizar esta actividad. Para aquellos que les gusta el mar, la navegación en velero es una excelente manera de conocer el océano, relajarse, y realizar un deporte divertido que requiere mucha concentración. Si estás pensando en comenzar a practicar los deportes de vela, es importante que antes de lanzarte a la mar sin experiencia, tengas bases sólidas sobre estos deportes, ya que puede ser incluso mortal no conocer los procedimientos para utilizar los veleros.

shutterstock_141987712-1Brasil y los deportes de vela

Brasil es uno de los países de América con más costa, así como bastantes islas, y por tanto hay muchísimos entusiastas de los veleros en este país. De hecho, para los aficionados, uno de los deportes más esperados en las Olimpiadas pasadas realizadas en Río de Janeiro fueron las competencias de vela, así como el wind surf. Si quieres conocer más sobre este tema y averiguar los conceptos básicos de la navegación, las partes de los veleros, sus nombres y mucha información más, échale un vistazo a velaecia.com.br y descubre el fantástico mundo de los deportes de vela.

Los mejores documentales sobre deportes de vela

El interesante mundo de navegación de vela ha logrado que el cine documental fije sus ojos en estos deportes y muchos países han lanzado documentales interesantes relacionados con la actividad deportiva. Brasil no es la excepción, y entre los filmes que ha hecho sobre este deporte destacan el Proyecto Hermanos Grael, que trata de los hermanos Torben e Lars Schmidt Grael, quienes representan los deportes de vela en Brasil. También se está llevando a cabo un proyecto llamado “Memória do Esporte Olímpico” que abarcará varias disciplinas olímpicas incluyendo la vela. Estos figuran entre los 5 mejores documentales sobre navegación hechos en Brasil.

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Montes Claros e o Cinema

Written by admin on August 11, 2016 Categories: Festival de Cinema de Montes Claros

Em 2012, o projeto Cinema Comentado não desistia da “movida” cultural que tinha criado e logo em setembro dava lugar à primeira Mostra de Cinema de Montes Claros. O projeto viria a ter continuidade no ano seguinte.

Primeira Mostra de Cinema (2012)

O evento decorreu entre 19 e 22 de setembro. A abertura contou com “Eu Vou de Volta”, filme de 2007 dirigido por Camilo Cavalcante e Cláudio Assis. No mesmo dia,1camilo foi também exibido “Pindorama – A Verdadeira História dos Sete Anões”, de Roberto Berliner.

Nos dias seguintes, a Mostra disponibilizou outros filmes afastados do circuito comercial. Foram os casos de “O Grão”, de Petrus Cariry, “Deserto Feliz”, de Paulo Caldas, e no último dia “Febre Do Rato”, de Claúdio Assis.

Da Mostra fizeram também parte as sessões de Curtas, com os temas “Relações de Fé e de Família” (com as telas “A História da Eternidade” e “Famigerado”), e também curtas de animação, com filmes como “Vida Maria” e “Até o Sol Raiá”.

Segunda Mostra de Cinema

Entre 2 e 6 de outubro de 2013, aconteceu a segunda edição da Mostra de Cinema de Montes Claros. O evento viu a colaboração do Cinema Comentado com o Psiu Poético e o habitual apoio da Prefeitura montes-clarense. Os oito filmes exibidos no Centro Cultural Hermes de Paula foram:

  • “Sertão, Sertões”, de Sérgio Rezende
  • Luz nas Trevas, de Helena Ignez e Ícaro C. Martins, tendo como tema o famoso Bandido da Luz Vermelha.
  • “Perdida” (1976), de Carlos Correia
  • “O Som ao Redor”, de Kleber Mendonça Filho, que concorreu ao Óscar de Melhor Filme Estrangeiro
  • “A Hora Vagabunda”
  • “RD Manda Lembrança”
  • “Tristeza do Jeca” (1961), uma curiosa história de um cabo eleitoral que vai fazer campanha para ambos os candidatos de uma eleição numa pequena cidade.

A Segunda Mostra contou ainda a participação de Fernando Bonassi, roteirista, realizador e escritor famoso, entre outros trabalhos, pelo roteiro de “Carandiru” (2003). Bonassi foi a figura central da oficina Tratamento de Roteiro e continuou a tradição montes-clarense de trazer à cidade norte-mineira os grandes nomes do cinema brasileiro.

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O Cinema Brasileiro na Atualidade: Que futuro?

Written by admin on August 10, 2016 Categories: Festival de Cinema de Montes Claros

No momento atual, o cinema no Brasil vive um ponto de viragem em relação aos tempos dinâmicos da retomada. Existem duas grandes razões para isso: a crise e a tecnologia.

Mudanças tecnológicas: a internet e o Netflix

O clássico debate em images (3)torno do que pode o governo fazer para suportar a “invasão” de filmes de Hollywood está se tornando obsoleto, por conta da nova tecnologia. Na verdade, nos Estados Unidos, a toda-poderosa indústria vem enfrentando tempos difíceis, com diminuição dos números de espectadores nas salas de cinema, nos “States” e no resto do mundo.

Primeiro foram os “downloads” ilegais que levaram milhões a poupar uns cobres em bilhetes e pipocas assistindo o filme em seu computador. Mais recentemente, serviços como o Netflix estão levando as pessoas a consumir os conteúdos que querem em cada momento, e sem sair de casa.

Consequência disso foi a subida de qualidade dos seriados de TV, que adotaram qualidade “cinematográfica”, enquanto as salas de cinema passaram a exibir quase só filmes de animação infantil (de grande qualidade, como da Pixar), “blockbusters” e sequelas de filmes antigos.

Crise econômica

O outro aspeto determinante é a crise que está se abatendo sobre a economia brasileira. Como em outros períodos da história do cinema, a falta de dinheiro leva as pessoas a esquecer a hipótese de pegar um cineminha para uma saída ou como diversão. A mesma falta de dinheiro condiciona as possibilidades dos realizadores e diretores, quer por saberem que dificilmente terão retorno, quer por ser mais difícil conseguir financiamento público.

Netflix: a salvação?

Em entrevista à “O Globo” em janeiro de 2016, Ted Sarandos, executivo-chefe de conteúdo do Netflix, afirmou a intenção da gigante estadunidense de investir na produção de cinema no Brasil. É cedo para dizer que a solução está aqui, mas é um dos caminhos possíveis, pois o Netflix representa o futuro, e não o passado.

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Montes Claros Verá o Regresso de Seu Festival de Cinema?

Written by admin on August 9, 2016 Categories: Festival de Cinema de Montes Claros

O Festival de Cinema de Montes Claros se suspendeu depois de 2012, tendo em atenção não só as dificuldades locais mas também a deterioração da situação econômica no Brasil. O Cinema Comentado continuou organizando as Mostras de Cinema, que no entanto se suspenderam, retirando dessa forma Montes Claros dos roteiros culturais dos cinéfilos.

No momento atual não existe informação de quando poderá o festival regressar. O cenário de crise econômica no qual o país está mergulhado, e que tem atingido não só as pessoas, em suas bolsas, mas também o setor do cinema enquanto indústria, não ajudam ao surgimento de patrocínios, à mobilização de atores e roteiristas

A iniciativa cultural

Ainda que o festival de cinema não volte, pelo menos no futuro mais imediato, o mais importante é que as pessoas possam se reunir para ver cinema, para assistir a bons filmes e que possam partilhar essas experiências.

Como se falou noutro ponto deste site, o cinema vive um momento de transição e de mudança, entre um passado que está desaparecendo e um futuro que ainda não se sabe como será.

Nesse sentido, basta que o mesmo espírito de amor ao cinema, de partilha e de comunidade que esteve na base do surgimento do projeto Cinema Comentado, em 2003, continue vivo entre os montes-clarenses de boa vontade.

Belo Horizonte: concorrência ou cooperação?

A existência do Festival Internacional de Curtas de Belo Horizonte poderia levar a pensar que não há espaço para dois festivais de cinema em Minas Gerais. Contudo, a tradição de Montes Claros aponta num sentido diferente; os festivais montes-clarenses se apresentaram como eventos mais alargados, com curtas, longas, animação, o lado da competição e o lado do debate e das oficinas.belo-horizonte-international-short-film-festival-2002

Será possível imaginar algum tipo de colaboração entre Belo Horizonte e Montes Claros de modo a fazer renascer a dinâmica no norte de Minas? Recorde-se que a Associação Curta Minas colaborou, em tempos, com o Cinema Comentado.

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Festival de Cinema de Montes Claros em 2007

Written by admin on August 8, 2016 Categories: Festival de Cinema de Montes Claros

A primeira edição do Festival de Cinema de Montes Claros aconteceu em janeiro de 2007. A ideia surgiu culminando o esforço do projeto Cinema Comentado, que vinha conseguindo trazer cerca de 100 pessoas em cada sábado para ver e debater filmes, pelo verdadeiro prazer do cinema.

Tema: a “Retoencontro-de-cinema-negro-brasil-africa-e-caribe-2015mada”

O tema do festival, que ainda não tinha caráter de competição era “10 Anos de Retomada do Cinema Brasileiro”, assinalando as alterações legislativas e consequente novo dinamismo, marcando o cinema do Brasil a partir da década de 90. Num período anterior, a relevância nacional e internacional de obras como “Cidade de Deus” ou “Carandiru” não teria sido possível.

Fórum Educação e Cinema

A primeira edição do festival contou também com várias palestras, respeitando a tradição do Cinema Comentado de deixar as pessoas falar, debater e refletir sobre o cinema enquanto fenômeno. Foram abordados temas como a “Evolução Estética e Histórica do Cinema” ou a relação entre o cinema e a educação, com peritos locais (nomeadamente o professor Elpídio Rocha).

Filmes

A programação variada refletia também a preocupação de mostrar o melhor do cinema, em todas as suas possibilidades. Os espectadores puderam ver documentários, como:

  • O Fim e o Princípio (Eduardo Coutinho)
  • Rio de Jano (Anna Azevedo, Eduardo S. Lima e Renata Baldi)

Mas também dramas:

  • Vida de Menina (Helena Solberg)
  • O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias (Cao Hamburger)
  • Árido Movie (Lírio Ferreira)

Nem sequer faltaram comédias, como foi o caso de Narradores de Javé, com realização de Eliane Caffé.

Outros shows

Além dos filmes e da reflexão sobre o cinema, a primeira edição do festival já mostrava a preocupação em se tornar um evento de dinamização cultural, o mais alargado possível. Os shows de música incluíram uma roda de choro com Luciano Cândido, Tavinho Moura, Deborah Rosa e as Vozes de Lá.

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Festival de Cinema de Montes Claros em 2011

Written by admin on August 7, 2016 Categories: Festival de Cinema de Montes Claros

A segunda edição do Festival de Cinema montes-clarense chegou em 2011, entre 17 e 22 de maio. Dessa vez, o festival se mostrou numa fase mais madura, já com a Mostra Competitiva de Curtas e Longas Metragens, convidados especiais, debates e oficinas, bem como a “Mostra Digital Norte Mineira” e os filmes infantis.

“As Melhores Coisas do Mundo”

O filme de Laídownload (19)s Bodanzky, lançado em 2010, foi um dos pontos altos desta edição do festival de Montes Claros. O filme tem como tema a adolescência e todas as dúvidas, emoções e reações que este período de transição entre a infância e a vida adulta traz a um jovem de classe média de São Paulo. O protagonista (Pedro, na trama) foi interpretado por Fiuk (Bernardo Oliveira, na novela Malhação.)

Animação: “Brasil Animado”

Em 2011, Mariana Caltabiano vinha demonstrar que era sim possível fazer cinema de animação em terras tupiniquins. Foi o primeiro filme brasileiro feito totalmente com tecnologia 3D e combinou animação com cenários realistas, como aconteceu com clássicos como “Uma Cilada para Roger Rabbit.”

Curta: “Fantasmas”

Entre os curtas do festival, se destacou “Fantasmas”, dirigido por André Novais Oliveira. O curta foi um dos mais premiados da história recente do cinema brasileiro, tendo conseguido 15 prêmios de destaque só em 2010. Entre essas distinções se encontram cinco prémios de Melhor Filme (Mostra Miau, Panorama Internacional Coisa de Cinema, PUTZ, e ainda Júri ABD-APCI e Crítica no Janela Internacional de Cinema do Recife) e diversas menções honrosas (Mostra do Filme Livre, Festival Internacional de Curtas do Rio, etc.)

Oficinas

O festival assistiu à realização de duas oficinas:

  • Roteiro, com Di Moretti;
  • Interpretação, com Mallu Moraes.

Di Moretti já construiu um “curriculum” muito interessante enquanto roteirista, tendo assinado “Latitude Zero”, “Filhas do Vento” ou “A Última Estação”. Quanto a Mallu Moraes, é uma atriz com um percurso perfeitamente reconhecido entre os brasileiros.

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Festival de Cinema de Montes Claros em 2012

Written by admin on August 6, 2016 Categories: Festival de Cinema de Montes Claros

A terceira edição do Festival de Cinema de Montes Claros aconteceu em 2012, entre os dias 22 e 27 de maio. Os espectadores puderam se dividir entre os vários motivos de interesse:

  • Mostra Competitiva de Curtas e Longas
  • Mostra Digital Norte Mineira
  • Cine Bate-papo
  • Mostra Infantil

Vários nomes importa59cf9731236803.564a676a92056ntes do cinema brasileiro viajaram até ao norte de Minas para participar no evento, demonstrando dessa forma o grau de seriedade e relevância cultural do mesmo. Douglas Rezende, Alberto Graça, Cacá Carvalho, Leonardo Cata Preta e Jackson Antunes foram alguns dos presentes.

Na Mostra Competitiva de Curtas e Longas, os vencedores foram os seguintes, segundo a categoria respetiva:

  • Longas

“Girimunho”, de Clarissa Campolina e Helvécio Martins Jr., conta uma história situada no sertão de Minas, onde duas mulheres enfrentam os obstáculos que o ciclo da vida lhes põe no caminho.

  • Curtas

“Qual queijo você quer?”, de Cintia Domit Bittar, é uma comédia onde um simples pedido de queijo, de um marido para sua esposa, vai abrir a porta para uma longa discussão sobre uma vida que passou e sonhos não realizados.

O festival foi aclamado como um sucesso por todos seus principais intervenientes. O secretário de cultura de Montes Claros à época, Hamilton Trindade, declarava que o festival já fazia parte do “roteiro da arte em Montes Claros” e que deveria continuar existindo. Sérgio Diniz, gestor do Festival, se mostrava orgulhoso com as “salas cheias” que o evento apresentava ao longo de praticamente todos os seis dias de mostras de filmes.

Além disso, o número de inscrições de filmes para a Mostra Digital Norte Mineira aumentara de 9 para 25, em relação ao ano anterior, o que mostrava bem o dinamismo do festival.

Vale acrescentar que o patrocínio desta edição do festival não veio apenas da prefeitura, mas também de entidades como o Banco do Nordeste do Brasil, as Linhas Aéreas Azul, a Fujifilm Brasil ou a Petrobras. Esses apoios mostravam que não era um evento que se esgotasse na iniciativa local, mas sim algo culturalmente relevante para toda a região e até a nível nacional.

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História do Cinema no Brasil

Written by admin on August 5, 2016 Categories: Festival de Cinema de Montes Claros

O cinema brasileiro apresenta uma história longa e riquíssima. Contudo, a influência cultural do cinema estrangeiro, principalmente dos filmes estadunidenses de Hdownload (18)ollywood, sempre condicionou a evolução do cinema do Brasil enquanto referência estética e cultural.

Logo em 1896, a elite do Rio de Janeiro parou para ver a novidade que chegava da Europa, através de um empreendedor belga que exibia pequenos “clips” de 1 minuto. E logo em 1908 já haveria duas dezenas de salas exibindo filmes no Rio.

No início do século XX, surgem os primeiros filmes “cantados”, onde os cantores faziam a dublagem de suas próprias imagens (pois o cinema ainda não tinha som). Contudo, logo após 1911 surgiram os primeiros empresários estadunidenses, que em breve dominariam o mercado nacional. Nos anos 40, a esmagadora maioria dos filmes exibidos no Brasil vinha de Hollywood.

Cinema Novo

Ao longo dos anos 50, surge um movimento que questiona as tentativas do cinema brasileiro de imitar Hollywood e aponta ao neo-realismo italiano. São deste período grandes filmes como “Rio, 40 Graus” (1955) e “O Pagador de Promessas” (1962); este último venceria a Palma de Ouro do Festival de Cannes (França).

Ditadura Militar

Os anos de ditadura militar trouxeram o controle da indústria cinematográfica pelo Estado e o estabelecimento de uma empresa pública, a Embrafilme, para a produção de filmes financiados pelo governo. Ao longo dos anos 70 e 80, os realizadores se distanciaram do “cinemanovismo” e se dedicaram a conquistar o mercado, com títulos como “”Dona Flor e Seus Dois Maridos” (1976) ou “Eu Te Amo” (1981).

Retomada

Com a saída do presidente Collor de Melo, surge um novo cenário tendente à produção de filmes, com a Lei do Audiovisual (presidência FHC), uma visão do cinema enquanto produto de massas e uma aposta da Globo, enquanto gigante de mídia, com a Globo Filmes. “Cidade de Deus”, “Carandiru” e “Tropa de Elite”, já em nosso século XXI, vieram provar que o cinema brasileiro poderia associar sucesso de bilheteria e relevância cultural, e até algum destaque internacional.

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Festival de Cinema de Montes Claros: As Origens

Written by admin on August 4, 2016 Categories: Festival de Cinema de Montes Claros

A tradição brasileira (ao nível político, econômico, sociológico e cultural) leva a que determinadas iniciativas sejam centralizadas nos grandes centros urbanos e nas maiores metrópoles. Se as capitais estaduais conseguem, atualmente, lançActive-Vistaar festivais, mostras ou até iniciativas de caráter político de modo a conseguir um certo grau de autonomia em relação a São Paulo ou ao Rio, para outras cidades isso é mais difícil.

No entanto, as iniciativas não pararam de surgir. Tal como Paraty/RJ lançou a Festa Literária Internacional, como Ponta Grossa/PR que lançou um festival literário e outro de música, e Maringá/PR que surgiu com o seu Fest Cine, Montes Claros apostou igualmente no cinema.

Cinema Comentado

Seria injusto, porém, falar do cinema em Montes Claros sem mencionar o Cinema Comentado, que desde 2003 começou trazendo os montes-clarenses às salas e impulsionou os debates em torno dos filmes, procurando ir além da oferta comercial.

Além dos filmes, o Cinema Comentado promoveu outras iniciativas como o projeto Cinema e Comunidade. Este projeto consistiu na realização de oficinas nas cidades de Matias Cardoso e Manga, ambas também no norte de Minas. Os temas das oficinas incluíram a elaboração de roteiros, a produção de filmes e também a história do cinema.

Do Cinema Comentado ao Festival

O projeto começou com as sessões de cinema aos sábados e não deixou de evoluir e crescer. Em 2004, Elpídio Rocha começou ajudando na coordenação dos debates após o filme, e a partir de 2005 a Secretaria Municipal de Cultura deu uma mão, “patrocinando” o projeto com uma sala de 186 lugares para exibição dos filmes. Em 2006, a Associação Educativa do Brasil, primeiro, e a Associação Curta Minas, depois, se associaram ao projeto.

Tudo isso levou a que o passo seguinte tenha sido a concretização do primeiro festival, em 2007, que contou com cerca de 6000 espectadores, no total.

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